Jornalista pode ser vítima de julgamento político e midiático em Estreito

Maranhão Política

“Estou sendo julgado de forma política e midiática pela promotoria de Estreito, e não juridicamente. Tenho uma vida limpa e honrada de trabalho. Mas, infelizmente, o meu julgamento tem superado essa esfera”, disse Bruno Florentino.

O jornalista e diretor do Jornal Impresso O Portal, Bruno Florentino, afirmou para dezenas de sites de notícias de todo o estado, nesta última segunda-feira, que é vítima de um julgamento político e midiático no tribunal da cidade de Estreito – MA. Desde o ano de 2016 o jornalista disse que sofre “campanha difamatória” e que vai continuar se esforçando e lutando para provar em todas as esferas penais que não cometeu “nenhuma ilicitude”. Até hoje as supostas vítimas que lhe acusaram desapareceram de maneira misteriosa e ao sequer prestaram depoimento em juízo para confirmar tais imputações em desfavor do mesmo. Por diversas vezes o juízo de Estreito expediu cartas precatórias a outras comarcas a fim de ouvir as supostas vítimas para buscar sobretudo a verdade real sobre o caso, mesmo assim nunca às encontrou, deixando bem claro que tais acusações não são verdadeiras. Além da falta de provas, as supostas vítimas nunca foram ouvidas em juízo para cristalizar a denúncia por elas feitas, há de se destacar a falta de provas do MP em seu relatório de alegações finais.

“Ninguém está acima da lei, mas ninguém está abaixo da lei. O jornalista Bruno Florentino sempre cooperou plenamente com o andamento do processo judicial, deixando claro para todos e principalmente a justiça que desde quando iniciou a batalha judicial foi o único a procurar a justiça para poder provar sua inocência, através de depoimentos e testemunhas, diferente de seus acusadores que até hoje nunca se apresentaram e estão imunes da lei e das cortes da justiça. Este julgamento teve um impacto enorme na família de Bruno, sem deixar de mencionar sua mãe, seu pai, suas irmãs que o conhecem e sabem de sua índole. Bruno Florentino responde processo criminal por um suposto furto de celulares em uma conveniência em Estreito desde o ano de 2016 ano este que era pretenso candidato às eleições. O fato se da por uma armação política, planejada e arquitetada pelos seus adversários políticos da cidade. 

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